Eu estava brisando , dando uma tiete , vendo vários textos sobre uma das minhas bandas favoritas . Encontrei a inspiração do vocalista para algumas de suas musica , como toda fã não pensei duas vezes e entrei no link da primeira musica que eu ouvi deles , ai eu descobri uma coisa muito interessante.
O Caso da colegial concretada ~
Em novembro de 1988, uma colegial chamada Junko Furuta foi sequestrada
por quatro rapazes e mantida em cativeiro por 44 dias na casa dos pais
de um deles.
Para evitar a perseguição, um deles forçou Furuta a
ligar para os pais dizendo que havia fugido de casa, mas que estava bem
na casa de um amigo. Além disso, também foi obrigada a fingir que era
namorada de um deles. Os pais do rapaz perceberam que era mentira, mas
nada podiam fazer já que um dos raptores, membro da máfia Yakuza,
ameaçou usar suas conexões contra seus familiares.
De acordo com as declarações no julgamento, Furuta foi estuprada e espancada diversas vezes.
Abaixo você terá uma linha temporal contendo as principais torturas, coletadas por meio de processo tribunal:
1º dia:
Junko é sequestrada e mantida em cativeiro. É obrigada a mostrar-se
como namorada de um dos rapazes e forçada a ligar para seus pais dizendo
que fugiu de casa.
Mais tarde, é estuprada, obrigada a comer
baratas, beber a própria urina, a se despir na frente de outros, a se
masturbar e por fim é queimada com isqueiros e tem objetos inseridos na
vagina/ânus.
11º dia: É espancada inúmeras vezes, tem sua
face empurrada contra o concreto, as mãos amarradas ao teto e o corpo
utilizado como um saco de pancadas. Seu nariz sangrava tanto que Junko
só podia respirar pela boca. Halteres foram jogados contra seu estômago,
vomitou quando tentou beber água (pois seu estômago não conseguia
aceitá-la), tentou fugir e foi punida com queimaduras de cigarro nos
braços. Um líquido inflamável foi derramado em seus pés e pernas,
queimando-os, e garrafas foram inserida em seu ânus, causando
ferimentos.
20º dia: Não conseguia andar direito devido às
queimaduras graves nas pernas. Fogos de artifício foram introduzidos no
ânus e acesos, suas mãos foram esmagadas por pesos e as unhas se
racharam. Não bastante, foi espancada com tacos de golfe, varas de
bambu, barras de ferro e teve cigarros e espetos de grelhar frango
inseridos na vagina e no ânus, causando hemorragias. Ao final do dia foi
forçada a dormir na varanda, no frio.
30º dia: Teve cêra
quente espirrada no rosto, pálpebras queimadas por isqueiros e agulhas
transpassadas nos seios. Foi obrigada a arrancar o mamilo com um
alicate, lâmpada quente e tesoura foram inseridas na vagina, causando
hemorragia grave. Ao final da tortura diária, era incapaz de urinar
adequadamente e seus ferimentos eram tão graves que demorou mais de uma
hora para rastejar pelas escadas até o banheiro. Seus tímpanos ficaram
seriamente danificados e houve uma extrema redução no tamanho do
cérebro.
40º dia: Implorou aos torturadores que a matassem e acabassem logo com "aquilo".
01/01/1989: Junko saúda o Ano Novo sozinha e com o corpo mutilado. Não conseguia mais se mover.
44º dia:
Tem o corpo mutilado com uma barra de ferro pelos quatro rapazes, que
usam um jogo de Mah-Jong como pretexto. Sangrou pela boca e nariz e
queimaram seu rosto e olhos com uma vela. Por fim, derramaram fluído de
isqueiro em suas pernas, braços, rosto e estômago, e depois a queimaram.
A tortura final durou duas horas.
Junko Furuta morreu em choque
nesse mesmo dia mais tarde, com dor e sozinha, mas nada poderia se
comparar aos 44 dias de sofrimento que passou. Ao total, estima-se que
ela tenha sido estuprada 400 vezes.
Quando sua mãe ouviu a notícia e
os detalhes do que tinha acontecido à sua filha, ela desmaiou e teve de
se submeter a um tratamento psiquiátrico ambulatorial.
Os garotos
alegaram não saber o quão machucada Junko estava, pensando que ela
estava fingindo. Eles esconderam o corpo em um cilindro de 55 galões
cheio de cimento, desfazendo-se dele em Koto, Tóquio.
Eles foram
presos e tratados como adultos, mas suas identidades foram mantidas em
segredo pela Lei japonesa sobre crimes cometidos por menores.
- O outro lado da história -Como
acontece muito aqui no Brasil, principalmente em emissoras grandes de
TV, as pessoas têm mania de endeusar vítimas de crimes como esses como
se ela tivesse sido santa a vida toda, e nem sempre é assim. É claro que
NADA dá o direito às pessoas de tirar a vida de outras, mas sempre há o
outro lado, que quase ninguém ouve e muitos ignoram pra que as coisas
pareçam mais trágicas.
Junko era aluna de uma escola de má
reputação, repleta de delinquentes. Faltava constantemente suas aulas
por nenhum motivo importante e saía com muitos rapazes diferentes. Seus
pais e professores, já cansados de sua má conduta, não tinham mais
vontade de orientá-la.
Por ter o costume de passar noites fora sem
avisar ninguém, o mandado de busca só foi pedido por seus pais na
segunda noite, e testemunhas oculares a viram entrar em um táxi junto a
um dos rapazes que a violentou indo em direção de um Motel naquela
noite. O rapaz não portava nenhum tipo de arma que pudesse ser usada
para ameaçá-la no momento e se ela quisesse, poderia ter fugido.
Acima
de tudo, sua reputação era péssima e muitos disseram que a garota tinha
hábitos suspeitos, além de costumar enturmar-se com membros da Yakuza.
Conclusão: Junko não era flor que se cheirasse, e acabou tendo um fim trágico.
Sua
história é contada como uma espécie de "fábula" para crianças
travessas, pois a lição que traz é grande e importante. Toda ação traz
uma consequência, e não pensar nela pode ser o fim para jovens cheio de
sonhos e espectativas.
Atravessem a rua quando cursarem com um oriental sem dedo ~ Nya